Genéricos e biossimilares em 2026: quando vale a pena trocar de marca e quanto dá para economizar
- 16 de jun.
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Os genéricos já representam cerca de 40% do mercado farmacêutico brasileiro em 2026. E os biossimilares, versões genéricas de medicamentos biológicos de alto custo, estão crescendo rapidamente. Mas muita gente ainda tem dúvidas sobre quando vale mesmo a pena trocar o medicamento de marca pelo genérico.
O que é um medicamento genérico?
Um medicamento genérico é aquele que contém o mesmo princípio ativo, na mesma dose e forma farmacêutica que o medicamento de referência, ou seja, o original de marca. Para ser comercializado no Brasil, precisa passar por testes de bioequivalência que comprovam que ele age da mesma forma no organismo. A principal diferença é o preço, geralmente bem menor do que o original.
Genérico é sempre a melhor opção?
Para a maioria dos medicamentos de uso contínuo, como os para hipertensão, diabetes e colesterol, o genérico é uma alternativa segura e muito mais barata. Mas a decisão deve sempre passar pelo médico, especialmente em casos onde a estabilidade do princípio ativo é crítica, como em medicamentos para epilepsia, transplantes ou doenças autoimunes graves.
O genérico resolve o problema do preço?
Parcialmente. O genérico é mais barato do que o medicamento de marca, mas ainda é vendido com margem de lucro da farmácia. Isso significa que o consumidor ainda não está pagando o preço de custo real do produto. Para quem toma genérico e quer ir ainda mais fundo na economia, o próximo passo é ter acesso ao genérico pelo preço de custo, sem nenhuma margem adicionada.
E os biossimilares, o que são?
Biossimilares são a versão genérica de medicamentos biológicos, que são produzidos a partir de organismos vivos e geralmente usados em tratamentos complexos como doenças autoimunes, câncer e diabetes tipo 2. Eles são muito mais baratos que os biológicos originais e estão se tornando cada vez mais comuns no Brasil, com o país liderando aprovações na América Latina.
Para quem faz uso de medicamentos biológicos de alto custo, a chegada dos biossimilares combinada com o acesso ao preço de custo através de um convênio farmacêutico pode representar uma redução muito expressiva no gasto mensal com saúde.

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