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Envelhecimento da população e medicamentos: como proteger o orçamento da aposentadoria

  • 16 de jun.
  • 2 min de leitura

Em 2026, o Brasil tem 24,7 milhões de pessoas com 65 anos ou mais. Em 2050, esse número chegará a 50 milhões. Esse envelhecimento acelerado da população é um dos principais motores do crescimento do mercado farmacêutico brasileiro. E também uma das principais causas do aumento nos gastos das famílias com saúde.

Por que idosos gastam mais com medicamentos?

Com o avanço da idade, o número de condições crônicas tende a aumentar. Hipertensão, diabetes, colesterol alto, hipotireoidismo, osteoporose, problemas cardíacos. São doenças que exigem tratamento permanente, com medicamentos comprados todo mês, sem interrupção. Para muitas famílias, o gasto mensal com remédios de um aposentado pode facilmente ultrapassar R$ 400 ou R$ 500.

O que o sistema público oferece?

O Programa Farmácia Popular cobre algumas das doenças mais comuns, como hipertensão e diabetes. Mas a lista é restrita e deixa de fora uma série de medicamentos que os idosos precisam regularmente. Além disso, o acesso ao programa exige receita médica dentro do prazo de validade e nem sempre é simples para quem mora longe dos postos de saúde.

O impacto no orçamento da aposentadoria

No Brasil, 40% das pessoas precisam escolher entre pagar uma conta de casa ou comprar o remédio. Para aposentados com renda limitada, essa escolha é ainda mais dramática. Abandonar o tratamento por não conseguir arcar com o custo dos medicamentos é uma realidade que afeta milhes de brasileiros com 60 anos ou mais.

Como reduzir esse impacto de forma prática?

A alternativa mais acessível disponível hoje é um convênio farmacêutico por assinatura. Por uma mensalidade fixa que cabe no orçamento, o aposentado e mais dois dependentes passam a comprar todos os medicamentos pelo preço de custo, sem margem de lucro. Os pedidos podem ser feitos pelo WhatsApp ou telefone, com entrega em casa, sem precisar enfrentar fila de farmácia ou depender de transporte.

Para uma população que vai dobrar nos próximos 25 anos, o acesso fácil e barato a medicamentos deixou de ser um conforto e se tornou uma necessidade urgente.

 
 
 

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